---------------------------------------------------------------------------------------------------

---------------------------------------------------------------------------------------------------
Mostrar mensagens com a etiqueta grândola. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta grândola. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

É para o menino e para a menina ...


... E estão no fim, as férias. Amanhã vou calçar uns sapatos novos ao meu " Manuel Nuno" ( um Toyota Yaris xx-MN-xx ) para ficar calçado para o Inverno e rebento os últimos cartuxos das férias grandes deste ano. Não sem antes me ter alegrado com a beleza natural que é nossa, este alentejo litoral que faz a fronteira da Europa com o Atlântico e de onde fiz questão de não sair ( para quê??!!) e de me entristecer com o facto de o Portugal para Inglês ver estar a chegar à nossa costa. No inicio deste mês, se não me engano, a taxa de IVA na restauração desceu para os 13%. Infelizmente essa descida, ainda não a verifiquei no preço final dos serviços prestados. O que tenho verificado, isso sim, é que, por moda, os portugueses pagam valores exorbitantes por serviços e refeições que não merecem nem um terço daquele preço. A sério, eu não entendo os portugueses, será que a decoração ou paisagem vale assim tanto dinheiro? É que por vezes, basta virar à direita em vez de à esquerda e encontra-se o mesmo serviço e a mesma qualidade por metade do preço.  Mas enfim, quem sou eu para criticar. Sei no entanto que o meu dinheiro não serve para ser encher barrigas alheias ! 

Vemo-nos por aí, numa praia qualquer, que o bom disto tudo é que, enquanto for Verão, mesmo a trabalhar, posso sempre desfrutar desta grande maravilha que é a nossa! 

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

A Zona Jovem de outros tempos



Ontem voltei a um lugar que é também uma parte de mim. Há 14 anos que não ia à praia a Melides. Tenho lá ido, claro, vi as transformações, mas fazer praia, nunca mais fiz desde que o meu mais velho nasceu. Ainda recordo as ondas enormes, as loucuras dentro e fora da praia. Nem sei bem porquê, lembrei-me desta música . Aquela era a nossa danger zone. Éramos autênticos aviões a experimentar os nossos limites. Uma dog fight contra nós próprios à descoberta da nossa identidade. Tempos irrepetíveis e que nos ensinaram muito, a base do que tivemos, cada um, que aprender depois. 
Dói-me, como deve doer a todos, o que nos fizeram à praia. Não falo das barracas que hoje seriam um atentado à natureza e à paisagem, mas enquanto as praias da zona prosperaram a olhos vistos, Melides parou no tempo e na nostalgia. Parece que já nem as ondas querem ser um grito de liberdade, a rebeldia que caracterizava o lugar e que aprofundou muitos laços de amizade que duram até aos dias de hoje, como se tivesse sido ontem a última noitada. O que foi, não volta a ser, mas Melides merece investimento e recuperação, merece ser colocada no futuro, para que os nossos filhos possam saber que gerações de Grandolenses se fizeram ao mundo, por ali e que muito mais do que a fama que lhe ficou, de lugar de escaramuças, o que realmente sobrou daquele tempo foram as amizades e as recordações conjuntas, as gargalhadas e o que passámos, juntos. Na vida é isso o que mais importa,  o que fica, o que nos sobra por cima de tudo o resto, por isso, continuo a achar que Melides merece mais! 

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Uma família d'artistas - oh! que artistas

Fui entusiasta desta ideia desde o início, desde o dia em que os responsáveis da Escola de Artes ( então de Sines) agora do Alentejo Litoral vieram apresentar aos pais o seu projecto que pretendiam ser em conjunto com a Escola Básica 2+3 de Grândola ( D. Jorge de Lencastre, para quem não sabe, o sr que nos deu o foral). Não porque quisesse especialmente que o meu filho fosse músico mas porque acho a música muito importante na nossa formação e porque este projecto equivalia ou dará a equivalência ao curso básico de música. É importante saber para poder avaliar e a música ou a qualidade de alguma música que se ouve é tão, como direi, fraquinha que achei uma oportunidade óptima para proporcionar ao meu filho novas experiências.

É verdade que nem sempre correu bem. Não primam pela organização e problemas com financiamento levaram algumas crianças a estarem muito tempo sem professores, ou sem aulas. Eu não tenho que me queixar. Tive a sorte de encontrar a Neusa, que esteve nos testes de recrutamento e que, pensei eu sinceramente, iria "chumbar" o meu filho. Entrou. Não é propriamente um entusiasta da música mas a excelente professora tem sabido cativá-lo e lá vai fazendo ao seu ritmo, sempre com as aulas em falta repostas, basta para isso haver alguma boa vontade de ambas as partes.

É verdade que nunca sonhei que escolhesse a percussão, eu que adoro violino, piano, cordas e saxofone. Mas foi o que ele escolheu e para mim isso chega.

Ouvi dizer que não vão continuar a fazer novas turmas e tenho muita pena. Gostaria de poder proporcionar ao Afonso a mesma experiência ainda mais que sempre foi mais " cantador" e dançarino que o irmão. Pelos vistos não vai ser possível e as aulas na escola, sem o projecto com a Escola pública, são a um preço impossível de pensar sequer.

Quando ao fim de 4 anos se vê este resultado dá para reflectir: será que apesar das dificuldades e algumas diferenças de opinião, não é este um óptimo resultado? Aquele que estávamos à espera? Será que não teremos orgulho para o ano de poder dizer que os nossos filhos terão no currículo um diploma de estudo integrado ( artístico) em música?

Deixo -vos o vídeo da audição de hoje, da classe conjunto do professor ....Évora ( peço desculpa, esqueci-me do seu nome 😊 ) com uma música que é da sua autoria.

Espero que gostem tanto como eu!

segunda-feira, 28 de março de 2016

Brindes de Páscoa

5 dias que souberam a pouco. Um livro finalmente acabado ( acho que nunca tinha demorado tanto tempo para acabar de ler um livro e não foi por não gostar de o ler) outro começado. Arrumações em casa, torneios desportivos com os miúdos, festa de família , cantorias, doces e boa comida. Um novo começo com a sensação que não descansei o suficiente e com vontade de ficar mais uns dias. Uma horta a renascer. É a Primavera no seu âmago. Entretanto as bombas vão rebentando pela Europa e nós, para tristeza minha, vamos mostrando medo. A vida não pode e não deve deixar de se viver só porque uns quantos loucos não concordam com o modo como a vivemos. Ainda assim agradeço todos os dias o jardim onde nasci e não me ter decidido a ir embora quando o podia ter feito. Talvez estivesse melhor, sim, mas a qualidade do que ofereço aos meus filhos, bem pesadas as coisas, continua a ser bem melhor por aqui. É que o dinheiro tem menos valor do que se pensa, na vida!
 
  

sábado, 19 de dezembro de 2015

Audições de Inverno

Escolhi as melhores por entre as muitas que tirei. Foi na quarta-feira aqui na terra. Tenho para mim que estou cada vez pior nisto das fotografias, mas ainda vou a tempo de melhorar ( talvez seja a falta de prática - lá vem de novo atrelada a falta de tempo livre). É a edição que me leva mais tempo e a "pitosguice" não ajuda num ecrã pequeno. De qualquer das formas conta como intenção de homenagear.

Gosto quando aposto numa qualquer decisão e ela sai proveitosa. Porque o que realmente importa, a meu ver, não é a repetição até à perfeição, mas aquilo que se consegue criar, com os instrumentos e os ensinamentos que nos dão. E as amizades que se vão plantando pelo caminho. Estiveram todos fantásticos, miúdos!






domingo, 12 de julho de 2015

terça-feira, 7 de julho de 2015

Pescadora de sonhos

Hoje, tudo isto me trouxe à memória tempos tão bons. Ver o mar dar peixe assim de forma "fácil" de novo, encheu-me de uma esperança que não consigo explicar, só sentir. Isso e a certeza de que estou a precisar de umas novas lentes!



















sábado, 6 de junho de 2015

Testes e equilíbrio

A época de testes está a chegar ao fim e já se avistam no horizonte o tempo das férias! Mil e uma voltas e reviravoltas e a vida fica mais leve. Não sem antes passarmos pelo Alegria e Movimento. É nestes dias que sinto que nos queixamos demais. Tantas modalidades, tantos miúdos a praticar desporto, desde o Xadrez até às artes marciais. Tenho orgulho de ter os meus filhos incluídos nesta festa. Cada um com a sua modalidade, já tendo experimentado várias delas. É um orgulho ver que a formação dos miúdos já não passa só pela vertente académica e gostei bastante de ver, também, o desporto escolar tão bem representado. Devemos orgulhar-nos disso. Devemos sempre orgulhar-nos quando desempenhamos o melhor que sabemos e podemos, o nosso papel. Mesmo que não seja perfeito, mesmo que não seja o melhor que existe, ou o que pensamos que queríamos que fosse . Quando fazemos o melhor que conseguimos dentro das circunstâncias, devemos sempre orgulhar-nos disso. Porque perder faz parte da vida, mas é a perder que se aprende o sabor do que realmente vale a pena e do que nos faz bem. A alegria e o movimento que vêm de dentro, são umas das mais importantes conquistas, na nossa vida!